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Carteira HC Investimentos – Dez [+2,36%] | Ano [+14,42%]

Durante o ano de 2010 disponibilizei a minha carteira pessoal de investimentos, assim como as estratégias que tomei e minhas avaliações de futuros cenários. Meu objetivo era mostrar que todos podem investir da mesma forma como os fundos profissionais.

Neste artigo, trago uma abordagem detalhada sobre o ano de 2010, analisando a rentabilidade da Carteira HC com diversos ativos e fundos, a evolução da alocação e da rentabilidade da carteira, rendimentos mensais em 2010, operações realizadas no ano e estatísticas gerais como retorno no ano, risco (volatilidade) e índice sharpe. Ademais, disponibilizo ao final do artigo a planilha utilizada para realizar todos os cálculos, tabelas e gráfico. Boa Leitura!

Benefícios da Alocação de Ativos. Adotando uma estratégia de alocação de ativos, diversificando a carteira com vários ativos, podemos progredir no mercado sem abalar nossa saúde física e mental. A tranquilidade desta estratégia que venho “pregando” neste ano nos permite utilizar os investimentos para gerarmos renda passiva, aquela que vêm na forma de lucros e juros, sem necessidade de trabalho adicional. É praticamente um meio de deixar a carteira em piloto automático e fazer pequenos ajustes ao longo do tempo.

Rentabilidades Mensais. O mês de dezembro foi excelente para a Carteira HC Investimentos, que apresentou uma rentabilidade de +2,36%, valor que, por coincidência, foi a mesma rentabilidade apresentada pela bolsa no mês. O CDI teve valorização de +0,93%.

Rentabilidades Anuais. No ano, a Carteira HC Investimentos teve um desempenho de +14,42%, valor que representa uma rentabilidade de 149,03% do CDI, que terminou o ano com variação de +9,67%. O Ibovespa teve uma pequena valorização de +1,04% no ano. Superar o Ibovespa e o CDI no ano poderia deixar muitos investidores contentes. Entretanto, eu gosto sempre de desafiar meus limites. Minha meta no ano era superar a rentabilidade do lendário Fundo Verde da Credit Suisse Hedging Griffo, que apresenta um patrimônio líquido superior a R$ 2,5 Bilhões e uma rentabilidade anual superior a 33% desde 1997.

No final de novembro, a Carteira HC Investimentos estava com uma rentabilidade acumulada de 11,78% contra 12,36% do Verde. Praticamente 0,60% atrás. Será que a rentabilidade de no mês 2,36% foi suficiente para superar o Verde e fechar o ano de 2010 com chave de Ouro?

Avaliação de Desempenho

SIM! Consegui fechar o ano no primeiro lugar do ranking dos Fundos de Investimentos que acompanho. O Verde teve uma rentabilidade de +1,23% no mês de dezembro, fechando o ano com rentabilidade de +13,75%. Um valor impressionante dado o baixo rendimento da bolsa no ano. Segundo o relatório do próprio fundo, o destaque da carteira foram as ações, cuja rentabilidade no ano foi de +8,12%.

Superar o fundo de investimento que mais admiro, tanto pela sua excelente gestão como pelos relatórios cheios de valor, foi uma grande conquista pessoal. Até o dia 17/12 já havia praticamente desistido desta meta, já que minha rentabilidade estava abaixo do Verde. Entretanto, a rápida subida de alguns ativos na carteira tornaram este sonho uma realidade.

Rentabilidade Mensal

1. Fundos Imobiliários [+6,67%]. Os principais ativos que foram responsáveis pela rentabilidade de +2,36% da Carteira HC Investimentos foram os fundos imobiliários, com destaque para o FPAB11, que subiu incríveis +10% em apenas um único dia, conforme destaquei através do twitter e do facebook. FFCI11 e WPLZ11B também subiram forte no mês, corroborando para uma rentabilidade de +6,67% no agregado dos Fundos Imobiliários.

2. Ações [+4,47%]. Além destes fundos, PETR4, com uma rentabilidade de +11,85%, foi também decisiva, já que, mesmo tendo apenas uma alocação de 2,50% na carteira, compõem em grande peso o PIBB11, que registrou rentabilidade de +3,74%, valor acima do Ibovespa, que acumulou alta de +2,36% no mês. No agregado, a carteira de ações rendeu +4,47%.

3. Câmbio [-3,33%]. Teve baixo rendimento com a queda de -3,11% do Fundo Cambial (Dólar Comercial caiu -2,91%) e com a queda do Ouro de -3,53%, gerando um resultado agregado do Câmbio de -3,33%.

4. Renda-Fixa [+1,27%]. Títulos públicos prefixados e indexados à inflação renderam mais do que posfixados no mês. Destaque para a NTN-BP 2015, com rentabilidade de +2,03%. As novas debêntures pouco agregaram ao portfólio já que têm menos de um mês de operação.

Dúvida na Precificação. Não consegui precificar a debênture BNDS 25, já que não encontrei seu Preço Unitário (PU) histórico. Esta debênture é remunerada através da taxa de juros do contrato de DI de 3 meses + a sobretaxa fixa de 0,3%. Poderia utilizar os preços no mercado secundário, porém, como estavam muito próximos do valor de face (R$ 1.000), optei por considerar o preço no final de dezembro como R$ 1.000, dando 0% de rentabilidade. O que vocês sugerem para melhorar esta precificação?

Alocação de Ativos

Faço sempre questão de frisar em toda atualização da carteira: “A alocação de uma carteira de investimentos é responsável por praticamente 90% de seus resultados no longo prazo. Portanto, mais importante do que market timing e a escolha de ativos (asset picking) é a alocação que você define para cada ativo de seu portfólio”. No gráfico abaixo podemos observar a alocação de ativos em conjunto com a rentabilidade de cada classe de investimento.

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1. Renda-Fixa [+12,53%]. A rentabilidade acumulada de +12,53% na Renda-Fixa, acima do CDI no mesmo período com valorização de 9,75%, pode ser explicada através da maior alocação nos títulos públicos prefixados e indexados à inflação, cuja rentabilidade foi superior aos títulos posfixados. A alocação em Renda-Fixa manteve-se sempre próxima de 40%, patamar que considero neutro para a Carteira HC Investimentos.

2. Fundos Imobiliários [+29,96%]. Campeão de rentabilidade, o investimento nos fundos imobiliários trouxe ganhos de quase +30% no ano, valor mais de 3 vezes superior ao CDI no período. Em relação à média dos Fundos Imobiliários, cuja rentabilidade foi de 26,87% (mais detalhes ao longo do artigo), minha carteira mostrou boa escolha de ativos (asset picking), além de bom market timing, embora a influência destes no resultado geral tenha sido baixa.

3. Câmbio [+10,36%]. Do lado positivo, o Ouro colaborou com uma rentabilidade superior a 30% para o portfólio, enquanto o Dólar, através do Fundo Cambial, apresentou baixa de -4,32%. No agregado, o resultado da carteira de câmbio ficou em +10,36%.

4. Ações [+0,13%]. Ligeiramente abaixo do Ibovespa no ano (+1,04%), a carteira de ações teve um desempenho de +0,13%. O principal fato para este resultado foi o investimento no PIBB11, que sofreu com a queda da PETR4 no ano, no valor de -23,54%.

Evolução da Alocação

No gráfico acima podemos acompanhar a evolução da alocação da Carteira HC Investimentos. Alguns destaques são necessários:

1. Alto Hedge até maio/2010. A decisão de manter uma alocação próxima entre ações e câmbio no início do ano se deu através de um estudo do Equity Risk Premium no Ibovespa, que mostrou uma oportunidade para reforçar a proteção, ou seja, deixar a alocação em câmbio acima do normal, que seria algo em torno de 10%. Esta decisão mostrou-se correta, já que a rentabilidade da Carteira HC Investimentos estava em +4,11% até maio/2010, enquanto o Ibovespa apresentava perdas de -8,09% no mesmo período.

2. Aumento da alocação em Ações. Após o Ibovespa apresentar uma queda no ano de quase -15% durante o mês de maio resolvi vender parte da alocação em Renda-Fixa e em Câmbio para elevar a alocação em Ações de 20% para 30%. Esta documentação pode ser encontrada neste artigo sobre a Carteira HC Investimentos no mês de maio.

3. Aumento da alocação nos Fundos Imobiliários. Ao aumentar a alocação de 10% para valores próximos a 20%, foi possível aproveitar o bom momento destes fundos no ano, cuja rentabilidade média no período foi de +26,87%, conforme detalhado no gráfico abaixo.

Rendimentos Mensais

Abaixo, podemos conferir uma tabela com todos os rendimentos recebidos na Carteira HC Investimentos em 2010. Todos isentos de Imposto de Renda e apresentando um bom yield. Como é bom acessar a conta e ver o dinheiro entrando todo mês!

Operações em 2010

Abaixo, uma lista com todas as operações realizadas em 2010. Na tabela à direita, é possível encontrar a rentabilidade total de cada operação de venda, além da rentabilidade anualizada.

Compras. O mês de dezembro foi corrido nas operações realizadas. A compra de dois novos Fundos Imobiliários, Floripa Shopping (FLRP11B) e Campus Faria Lima (FCFL11B) já apresenta rentabilidade positiva até hoje, respectivamente de +2,31% e +4,47%. Além destes fundos, foram compradas também as novas debêntures do BNDES.

Vendas. No lado da venda, optei por liquidar a posição no Shopping West Plaza, decisão que, embora no lucro, foi tomada muito cedo, abaixo da meta dos R$ 105,00. Hoje, o fundo já está cotado próximo de R$ 110,00. Outro fundo vendido foi o Projeto Água Branca. Infelizmente, a ordem foi parcialmente executada e só consegui vender em torno de 50% da posição ao preço de R$ 300,00. Hoje, o fundo está cotado a R$ 285,00.

Estatísticas

Quer saber como se comportaram vários ativos no ano? Abaixo, apresento tabelas e gráficos que analisam a rentabilidade, o risco e o índice sharpe de cada ativo.

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Retorno. O Ouro teve um excelente desempenho no ano, com rentabilidade acumulada de 32,27%. Na parte de baixo do gráfico, encontramos o azarão de 2010: PETR4, com uma rentabilidade negativa de –23,54%. Conheço muitos investidores que alocam 100% em PETR4. Não sou favorável nem a 100% em Fundos de Índice de Ações, muito menos 100% em uma ação individual, sujeita a muito mais riscos. Diversificar é preciso!

Lembre-se que diversificação não significa reduzir retorno. Ela pode também aumentar o retorno. No caso, a Carteira HC Investimentos fechou o ano com rentabilidade no valor de 14,42%, acima do Ibovespa, do CDI e do Verde, estando amplamente diversificada.

Risco. Medido através da volatilidade (desvio padrão anual das rentabilidades mensais), apresenta-se em ordem dos menos arriscados para os mais arriscados no gráfico. A poupança aparece como o ativo menos arriscado e VALE5 como o mais arriscado.

Notem que o risco da Carteira HC Investimentos, no valor de 4,47%, foi menor do que o Fundo Verde. Maior retorno com menor risco, uma ótima combinação!

Sharpe. O índice sharpe mede o quanto de retorno foi gerado acima do CDI (ativo livre de risco) por unidade de volatilidade. Seu cálculo é realizado deste modo: ( Retorno do Ativo – Retorno do CDI ) / Volatilidade do Ativo. No caso da Carteira HC, o índice sharpe foi de 1,04 [ ( 14,42% – 9,75%) / 4,47% ].

Este é um índice interessante pois avalia tanto o retorno como a volatilidade. Notem como a VALE5, mesmo com um retorno maior do que a Carteira HC Investimentos, teve um índice sharpe menor, no valor de 0,30. Este resultado deve-se ao fato deste ativo apresentar alta volatilidade, de 28,31%.

Não existe um valor bom para o índice sharpe, porém, valores acima de 1,0 são bons, já que o retorno acima do ativo livre de risco (4,67% no caso da Carteira HC) supera a própria volatilidade do ativo (4,47%).

Download da Planilha

Conforme já é prática aqui no HC Investimentos, disponibilizo abaixo a planilha utilizada para realizar todos os cálculos, tabelas e gráficos desta atualização mensal.

(Excel versão 2007 | Excel versão 2003)

Conclusão

Alocação de Ativos. Gostaria de recapitular mais uma vez a importância da alocação de ativos. Ao escolher corretamente os ativos para se compor uma carteira e saber estipular o percentual que será aplicado em cada um deles, você estará dando um longo passo na sua caminhada para a independência financeira.

Frases Inspiradoras. Abaixo, deixo uma mensagem de apoio a todos que estão neste duro caminho que é a conquista da independência financeira. É bom nos inspirarmos em grandes pensadores para termos força de perseguir nossos objetivos.

“There is no wealth like knowledge, no poverty like ignorance.” – Benjamin Franklin

“An investment in knowledge always pays the best interest.” – Benjamin Franklin

Lembre-se que a pior atitude que podemos tomar é nos acostumarmos a uma zona de conforto. Para progredir no mercado (e na vida) é preciso sempre buscar novos caminhos, solucionar novos desafios, encontrar novas perguntas. Não deixe de aprimorar sua inteligência neste caminho.

“Compound interest is the most powerful force in the universe.” – Albert Einstein

Deixe que os juros compostos façam seu trabalho no longo prazo. De nada adianta focar na rentabilidade de curtíssimo prazo se você não conseguir mantê-la. Tenha a disciplina para seguir sua estratégia, paciência para esperar oportunidades de compra e venda de ativos e o auto-conhecimento para saber lidar com suas emoções, evitando algum viés na tomada de decisão.

“The man who moves a mountain begins by carrying away small stones.” – Confucius

Grandes conquistas são feitas com pequenos passos. O importante é começar a mudança e manter o fogo dela sempre acesso dentro de você. Não importa o tamanho de sua meta, de seus objetivos, tenha sempre em mente que você precisa estar em movimento. Se hoje você sofre com overdose de informações no mercado financeiro aproveite para refletir quais notícias são realmente importantes. Foque em estudos, leituras e trabalhos que você sabe que são importantes. Procure não adiar seus objetivos ou dar ouvidos ao ato de procrastinar.

Futuro da Carteira HC Investimentos. Esta foi a última atualização da Carteira HC Investimentos. Como alguns amigos já estão cientes, o Clube de Vienna, análise financeira independente, da qual sou sócio junto com meus queridos parceiros Jonas Fagá Jr. e Roberto Akira, lançou um novo website. Estarei dedicando maior tempo para o aperfeiçoamento do site, dos artigos da página inicial e da gestão do Vienna Renda e Dividendos, que terminou o ano com uma rentabilidade ainda melhor do que minha carteira pessoal.

O blog HC Investimentos continuará firme e forte. A única diferença será que agora vocês podem encontrar meus artigos e análises nos dois sites. Aliás, se você acredita na qualidade dos textos escritos aqui no HC Investimentos, não deixe de conferir os artigos da página inicial do Clube de Vienna. Ademais, se preferir, você pode nos acompanhar pelo Feed RSS, pelo Twitter, pelo Facebook ou assinando a newsletter (à direita do site) com artigos especiais.

Opiniões. Amigos, qual a opinião de vocês sobre o ano de 2010? Em que acreditam que possam melhorar a gestão de suas carteiras em 2011? Qual a maior preocupação de vocês para este novo ano?

Compartilhe. Se você gostou deste artigo, convido-o a compartilhá-lo para seus amigos. Basta escolher o modo adequado (twitter, facebook, etc) e clicar no botão desejado.

Que 2011 seja um ano tão ou mais próspero como foi 2010!

Como Calcular o Retorno de um Investimento – Parte II

No artigo anterior desta série, vimos como calcular corretamente o retorno de um investimento e de uma carteira, através do método de cotas, utilizado pelos clubes de investimentos e fundos profissionais. No entanto, o exemplo utilizado considerou apenas dois ativos e um aporte no início do mês.

Neste artigo iremos muito mais longe. Ao ler todo o artigo você terá em suas mãos um sistema capaz de medir a rentabilidade de sua carteira e de seus investimentos de forma precisa. Consideraremos em nosso exemplo diversas situações.

Novos Desafios. Carteira com mais de dois ativos, aportes iguais e desiguais durante o mês, compra de novos ativos, retiradas e venda de ativos. Enfim, diversas situações para que você tenha maior familiaridade com este método. Depois que dominá-lo, verá que é bem simples e já poderá usar em seus investimentos.

Assim como o artigo anterior, disponibilizarei no final deste artigo a planilha utilizada para os cálculos realizados com comentários embutidos em cada operação importante. Vamos aos exemplos?

1. Três Ativos com aportes iguais

Neste exemplo, consideramos parâmetros bem próximos dos utilizados no artigo anterior. Patrimônio inicial de R$ 10.000, aportes mensais de R$ 1.500 e valor da cota inicial de 100. A alocação entre os 3 ativos é igual, sendo de 33,33% em cada um. Os valores das rentabilidades dos ativos foram simulados, não sendo a rentabilidade verídica de nenhum ativo.

Nenhuma novidade até aqui. Relembrando os ensinamentos do artigo anterior, veja que no momento do aporte de R$ 1.500 o valor da cota não se altera. Apenas a quantidade de cotas é alterada. Afinal, a rentabilidade de uma carteira não muda quando adicionamos (ou retiramos) dinheiro dela. Entretanto, a quantidade de cotas aumenta, já que estamos aumentando o patrimônio da carteira. No caso, são adicionadas 14,90 cotas, resultado da divisão do aporte (R$ 1.500) pelo valor da cota naquele momento (100,6667).

Uma dica valiosa. Saber quando o valor da cota deve ser alterado e quando a quantidade de cotas deve ser alterada é muito simples. A quantidade de cotas sempre será alterada quando houver algum fluxo de dinheiro. Ou seja, aportes mensais ou retiradas alteram a quantidade de cotas, porém, sem alterar o valor da cota. Se você já possui um investimento em algum fundo de investimentos esse raciocínio é trivial.

O valor da cota é alterado quando quisermos calcular a rentabilidade da carteira. No meu controle pessoal,  por exemplo, só atualizo o valor da cota antes de fazer um aporte ou retirada (é preciso estar com o valor da cota atualizado para gerar a quantidade correta de cotas) e na mudança de um mês para outro, visando guardar o valor final de cada mês para o cálculo da rentabilidade mensal.

2. Aportes, Retiradas, Compras e Vendas

Na tabela abaixo, iremos simular um mês com diversas movimentações, seguindo a determinada cronologia:

1. Compra do Ativo 4 no dia 05.

2. Aporte mensal no dia 10.

3. Retirada no dia 15.

4. Aporte desigual entre os ativos no dia 20.

5. Venda do Ativo 4 no dia 25.

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1. Compra Ativo 4 no dia 05. Devido a compra de um ativo no dia 05, temos que saber exatamente o valor da cota da carteira neste dia para poder calcular a quantidade de cotas que serão adicionadas. Para isso necessitamos saber a rentabilidade dos ativos desde o início do mês até o dia 05.

Notem que o valor da carteira no dia 05, assim como o valor da cota são diferentes do valor no final do mês anterior. O valor da carteira e da cota sempre mudam após recalcular a rentabilidade dos ativos.

Nova Quantidade de Cotas. O valor da compra do novo ativo, estipulado em R$ 5.000 foi realizado com um valor da cota de 100,7684, o que resulta em uma quantidade adicional de cotas de 49,62 (5.000 / 100,7684). Deste modo, a nova quantidade de cotas total é de 164,52 (114,90 + 49,62). Ressalto novamente que, assim como nos aportes, o valor da cota não muda ao comprarmos um novo ativo, já que o valor da cota não se altera. É apenas uma transação de dinheiro, que nada influencia na rentabilidade.

2. Aporte mensal no dia 10. De maneira semelhante ao processo descrito inicialmente, devemos atualizar o valor da cota antes de fazer um novo aporte. Neste caso, temos de analisar a rentabilidade dos ativos entre o dia 05 e o dia 10 para termos o valor atual da carteira, que agora é de 16.642. Logo, como a quantidade de cotas é a mesma (164,52), temos um valor da cota de 101,1542 (16.642 / 164,52).

Nova Quantidade de Cotas. Com este valor da cota de 101,1542, podemos calcular a nova quantidade de cotas após o aporte mensal de 1.500, que será de 14,83 (1.500 / 101,1542). Este valor, somado a quantidade de cotas anterior (164,52) resulta em uma nova quantidade de cotas de 179,35.

3. Retirada no dia 15. Embora seja um conceito novo ainda não abordado, seu efeito é semelhante ao aporte, com a diferença de que a quantidade de cotas desta retirada será negativa. No exemplo, consideramos uma retirada de 4.000, que foi repartida entre os 4 ativos, resultado em -1.000 para cada. Antes de calcularmos a quantidade de cotas que iremos subtrair devido a retirada, precisamos atualizar o valor da cota, considerando a rentabilidade da carteira entre o dia 10 e o dia 15. No exemplo, o novo valor da cota, após fazer este processo é de 101,5399 (18.211 / 179,35).

Nova Quantidade de Cotas. Com este valor da cota de 101,5399, podemos calcular a nova quantidade de cotas após a retirada de 1.500, que será de -39,39 (-4.000 / 101,5399). Este valor, somado a quantidade de cotas anterior (179,35) resulta em uma nova quantidade de cotas de 139,95.

4. Aporte desigual entre os ativos no dia 20. Está lembrado como calculamos a quantidade de cotas adicional ao realizar um aporte? = Valor Total do Aporte / Valor da Cota Atual. Portanto, não importa se o aporte será direcionado de forma assimétrica para cada ativo. O importante é o seu valor total (1.500). Deste modo, temos uma situação semelhante ao caso nº 2, com um aporte de 1.500. Logo, como o valor da cota é de 101,9424, temos uma quantidade adicional de cotas de 14,71 (1.500 / 101,9424), que adicionada aos 139,95 anteriores, resultam em uma nova quantidade de cotas de 154,67.

5. Venda do Ativo 4 no dia 25. Após atualizarmos a rentabilidade dos ativos até o dia 25, podemos calcular exatamente a quantidade de cotas que será retirada da quantidade de cotas anterior (154,67). A venda do Ativo 4 gerará um valor de 4.822, que será subtraído do portfólio. Com um valor da cota de 102,3345, teremos uma quantidade de cotas de -47,12 (-4.822 / 102,33345). Somada a quantidade de cotas anterior (154,67), temos a nova quantidade de 107,55.

Antes de calcularmos a rentabilidade no mês e a rentabilidade acumulada precisamos da rentabilidade dos ativos entre o dia 25 e o final do mês. Após fazer este processo, chegamos a um portfólio no valor de 11.019 e uma quantidade de cotas de 107,55. Logo, o valor final da cota é de 102,4556 (11.019 / 107,55).

Rentabilidade no Mês. Valor da Cota no Final do Mês (102,4556) / Valor da Cota no Final do Mês Anterior (100,6522) – 1 = 1,79%.

Rentabilidade Acumulada. Valor Atual da Cota (102,4566) / Valor Inicial da Cota (100) -1 = 2,46%.

Observações Importantes:

Para facilitar o entendimento não considerei a conta-corrente – dinheiro em caixa – como um ativo. Na prática, novos aportes devem ir para o caixa, antes de serem direcionados para a compra de um ativo. De maneira análoga, a venda de um ativo resulta em um aumento de caixa, que pode ser usado para uma retirada.

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Conclusões

No dia-a-dia, fazer todos estes cálculos apresentados acima é uma tarefa muito simples e rápida. Só é preciso atualizar o valor da cota antes de realizar um novo fluxo de caixa (aportes ou retiradas) e na virada do mês (visando guardar o valor da cota no final do mês para comparar com o anterior). A quantidade de cotas é atualizada colocando o valor do aporte (ou retirada) e dividindo-o pelo valor atual da cota.

Importando os valores atuais dos ativos e atualizando-os através um código em VBA, esta tarefa de calcular a rentabilidade do portfólio não lhe tomará mais do que alguns segundos.

Festas de Final de Ano

2010 está sendo um ano especial para mim e para o blog HC Investimentos. Alcançamos a marca de 1.000 visitas diárias, além da marca de 100.000 visitas desde sua criação (20.000 apenas no mês de novembro). Gostaria de agradecer a todos vocês, os grandes responsáveis por estes ótimos números. Muito obrigado pelo seu tempo em ler e compartilhar os artigos, pelos excelentes comentários de alta qualidade e pela sua constante visita ao blog.

Daremos uma pausa para estas festas de final de ano e voltaremos provavelmente em meados de janeiro, com uma atualização especial da carteira HC Investimentos e uma retrospectiva completa do ano de 2010.

Desejo a todos um Feliz Natal e que 2011 seja ainda melhor do que 2010. Boas Festas!

Grande Abraço,

Henrique Carvalho

Como Calcular o Retorno de um Investimento – Parte I

Uma dúvida muito comum que presencio nos fóruns de investimentos e nos blogs é sobre como calcular corretamente a rentabilidade de um portfólio. Embora pareça uma tarefa trivial, posso lhe garantir que não é. Imagine um portfólio com mais de 5 ativos, que recebe aportes mensais (em diferentes datas), é passível de retiradas sazonais e ainda tenha de contemplar a compra e venda de novos ativos. Complicou?

Fique tranquilo, pois neste artigo descomplicarei todas estas questões. Apresentarei um modelo usado pelos fundos e clubes de investimentos para calcular de forma profissional a rentabilidade de sua carteira. Como é de costume aqui no HC Investimentos, disponibilizarei a planilha utilizada para gerar os cálculos deste artigo. Boa Leitura!

Método Errado de Calcular a Rentabilidade (1)

Antes de mostrar a forma correta de se fazer este cálculo precisamos analisar como ele é  realizado de forma errada pela  maioria dos investidores. Vejamos o exemplo abaixo:

Em nosso exemplo, consideramos uma carteira com 50% alocados em CDI e 50% alocados em Bolsa, cujo patrimônio inicial é de R$ 10.000 e recebe aportes mensais de R$ 1.000 (R$ 500 em cada ativo), a partir de segundo mês. A rentabilidade do título posfixado (LFT), assim como o Ibovespa, são verídicas, apresentadas em 2010.

Calcular a rentabilidade mensal e acumulada do Mês 1 (janeiro) é trivial: Valor Final da Carteira (9.800) / Valor Inicial da Carteira (10.000) -1 = -2,00%

Entretanto, notem como o aporte no segundo mês já distorce bastante o cálculo da rentabilidade acumulada. Isso ocorreu pois esta metodologia, errada, utilizada por alguns investidores, considera a mesma fórmula descrita abaixo:

Rentabilidade Acumulada = Valor Final da Carteira (10.922) / Valor Inicial da Carteira (10.000) -1 = +9,22%

Ou seja, este método errado está considerando o aporte como um lucro, o que, obviamente, é um grande erro. Este exemplo drástico serviu apenas para chamar a atenção sobre os aportes no cálculo da rentabilidade. O que fazer então com o aporte?

Método Errado de Calcular a Rentabilidade (2)

Dados os mesmos parâmetros definidos anteriormente, temos agora uma rentabilidade acumulada de -0,78%. Bem diferente dos +9,22%. O cálculo para chegar a este número foi o seguinte:

Rentabilidade Acumulada = [Valor Final da Carteira (10.922) – Aporte Mensal (1.000)] / Valor Inicial da Carteira (10.000) -1 = -0,78%.

Este é o erro mais comum que vejo ocorrer no cálculo do retorno de uma carteira. Não sabendo o que fazer com o aporte no momento de calcular a rentabilidade, alguns investidores simplesmente o retiram, numa tentativa de ver qual seria o retorno da carteira sem a influência do aporte. Porém, este não é o método correto.

Método correto para calcular a rentabilidade

Novamente, utilizamos os mesmos parâmetros. Entretanto, agora temos uma rentabilidade acumulada nos dois meses de -0,90%, diferente das rentabilidades encontradas de forma errada acima.

Notem que agora temos duas colunas extras à direita da imagem. Elas são fundamentais no cálculo correto da rentabilidade de uma carteira. Veja como o método do sistema de cotas no cálculo da rentabilidade funciona:

1. Valor da Cota Inicial. Primeiramente, estipulamos um valor para a cota inicial. Este número pode ser qualquer valor, pois será somente uma referência para o valor das cotas futuras. A maioria dos fundos de investimentos utiliza 100 por ser um valor fácil de se apurar a rentabilidade. Por exemplo, se o valor da cota estiver em 115, sabe-se que a rentabilidade acumulada do fundo é de 15%.

2. Quantidade de Cotas Inicial. Ela nada mais é do que o patrimônio inicial da carteira (10.000) dividido pelo valor da cota inicial (100), resultando em um valor de 100 cotas.

3. Valor da Cota no Final do Mês. Seu valor no final do mês 1 (janeiro) é de 98. Este valor é encontrado dividindo o valor da carteira no final do mês (9.800) pela quantidade de cotas (100).

4. Nova Quantidade de Cotas. Ao realizar um aporte mensal de 1.000 no início de fevereiro, o investidor estará comprando 10,20 cotas, já que o valor da cota neste período é de 98. O cálculo feito é o seguinte: Aporte Mensal (1.000) / Valor da Cota (98,0041) = 10,20.

5. Quantidade Total de Cotas. Esta nova quantidade de cotas (10,20) é então adicionada as cotas anteriores (100), resultando em uma quantidade total de 110,20 cotas. Note que, embora o investidor tenha feito o aporte mensal de 1.000, o valor da cota se manteve inalterado, em 98. É o que realmente deve ocorrer, já que não há nenhum ganho ou perda em nossa carteira por colocar dinheiro novo.

6. Patrimônio Final e Valor da Cota Final. Notem que o investidor termina com o mesmo valor final de sua carteira encontrado nos métodos anteriores (10.922), porém, a rentabilidade acumulada é diferente. Isso deve-se ao fato do valor da cota no final do mês ser de 99,1046.

7. Valor da Cota Final. É calculado da seguinte maneira: Valor Final da Carteira (10.922) / Qtd de Cotas (110,20) = 99,1046.

8. Rentabilidade Acumulada. Para achá-la basta realizar o último cálculo: Valor Final da Cota (99,1046) / Valor da Cota Inicial (100) -1 = -0,90%.

Conclusão

Calcular corretamente o retorno de uma carteira é fundamental para podermos compará-lo com um índice de referência (benchmark), como o CDI, utilizado por diversos Fundos de Investimentos e pela Carteira HC Investimentos. Ademais, ao termos uma visão correta sobre a rentabilidade de nossa carteira, podemos fazer planejamentos financeiros melhores, que virão a atender nossas demandas futuras.

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(Excel versão 2007 | Excel versão 2003)

No próximo artigo:

Como calcular o retorno de uma carteira considerando:

1. Carteira com mais de 5 ativos

2. Aportes feitos no meio do mês

3. Retiradas Sazonais (a cada trimestre)

4. Compras e vendas de ativos realizadas durante o mês

Fique ligado!

Sabemos que muitos de nossos amigos investidores precisam deste tipo de informação. Compartilhe este artigo clicando nos botões abaixo e ajude a formar uma cultura de investimentos mais consciente no Brasil.

Melhores Sites e Links para Índices Financeiros – E uma Planilha!

Neste artigo estarei disponibilizando as referências (sites e links) que utilizo para montar a minha base de dados dos índices financeiros. Índices de Inflação, CDI, Taxa Selic, Poupança, Dólar, Euro, Ibovespa, Ouro, Small Caps. Ideal para você realizar estudos sobre como estes índices se comportaram no passado, calcular correlações, retornos, riscos, etc.

Ainda, estarei colocando uma planilha para download gratuito contento o histórico de alguns índices, um meio automático de atualizá-los e como bônus, uma análise que responde a pergunta: Qual a diferença entre Taxa Selic e CDI?

Por que acompanhar diversos índices financeiros?

  • Ao acompanhar índices de inflação, como o IPCA ou IGPM podemos calcular qual é a nossa rentabilidade real. Fundamental para sabermos se nosso poder de compra aumentou ou diminuiu. Afinal, de que adianta ter uma rentabilidade de 20% ao ano se a inflação neste período for de 100%?
  • Ter um benchamark para nossa carteira. O CDI é um índice de referência utilizado por diversos fundos de investimentos. Como investimentos em diversas classes de ativos, devemos medir a eficiência de nossos resultados comparando a rentabilidade da carteira com o CDI no mesmo período, assim como os fundos multimercados fazem.

Sites e Links

  • IPCA – Histórico e Atual

PortalBrasil (1980 – 2010)

  • IGPM – Histórico e Atual

PortalBrasil (jun/1989 – 2010)

  • CDI – Histórico e Atual

PortalBrasil (1995 -2010)

  • Selic Diária – Histórico e Atual

Banco Central (Jun/1986 – 2010)

  • Selic Mensal – Histórico e Atual

Histórico – Yahii (1995 – 2010)

Atual – Yahii

  • Poupança – Histórico e Atual

PortalBrasil (1984 – 2010)

  • Dólar – Histórico e Atual

Histórico – Yahii (1970 – 2010)

Atual – Indicadores Financeiros, site da BMF

  • Euro – Histórico e Atual

Histórico – Yahii (fev/1999 – 2010)

Atual – Banco Santander

  • Ouro – Atual

Atual – Indicadores Financeiros, site da BMF

  • Ibovespa – Histórico e Atual

Histórico – YahooFinance (Abr/1993 – 2010)

Atual – Indicadores Financeiros, site da BMF

  • Small Caps (SMLL) – Histórico e Atual

Histórico – Site da BM&FBovespa (set/2005 – 2010)

Atual – Site da iShares

Planilha de Atualização

Saber onde coletar as informações dos índices financeiros é apenas uma pequena parte deste processo. Sem sombra de dúvidas,  a parte mais complicada se encontra na organização, manutenção e atualização (de forma automática) destes dados.

E é justamente nesta parte mais complicada que gostaria de ajudá-los de uma forma mais ampla. Afinal, minha missão no HC Investimentos é levar informações práticas e de qualidade para vocês leitores. Logo, desenvolvi esta planilha para você superar esta fase com facilidade. Entendo uma vez o processo utilizado na planilha, você poderá adaptá-lo para diversos outros índices e ativos.

Recursos da Planilha

Atualização da taxa mensal histórica do IPCA

Atualização da taxa mensal histórica do IGPM

Atualização da taxa mensal histórica do CDI

Atualização da taxa mensal histórica da Poupança

Bônus

  • Como é elaborado um processo de análise?

1. Bons sites como referências para base de dados

2. Importar estes dados para uma planilha

3. Organizar os dados em uma tabela

4. Atualizar automaticamente os dados

5. Analisar! Afinal, todo este processo deve ter um objetivo não é mesmo?!

  • Comparação da Rentabilidade Anual do IPCA x IGPM x CDI x Selic x Poupança (1995 – 2010):

O dragão da inflação. A planilha fornece as rentabilidades nominais de cada índice. Taxas acumuladas e anuais mostram como há um grande gap entre as a rentabilidade de investimentos indexados à taxa Selic e a poupança. Além disso, é possível ver como a inflação foi perversa neste período, sinalizando ajustes nos preços de mais de 7% ao ano.

Poupança x Inflação. Também é possível analisar a rentabilidade real do CDI, Taxa Selic e Poupança ao escolher entre IPCA ou IGPM para descontar suas rentabilidades nominais. Ao escolher o IGPM como nosso índice de inflação, temos que a poupança rendeu apenas +2,32% ao ano nos últimos 15 anos. Preocupante? Calma…piora!

Poupança = Risk Free? Ao analisar apenas os dados no período de janeiro de 1999 até outubro de 2010, a poupança teria uma rentabilidade real de -0,59%! Poupança = Risk Free? Melhor rever seus conceitos…

Agora é com vocês! Existem outros tipos de dados interessantes para se analisar nesta planilha, como a diferença entre CDI e Taxa Selic, mas vou deixar este dever de casa para vocês. Explorem a planilha, façam suas análises. Compartilhe-as conosco! Basta deixar um comentário aqui no blog!

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Resultados do Sorteio!

A repercursão da planilha de planejamento financeiro foi excelente!

Só tenho a agrader a todos pelas palavras de elogio. Muito Obrigado!

Vamos ao sorteio?

Sorteio Twitter

O ganhador da planilha premium no Twitter foi @lu1zinho. Parabéns!

Soretio Comentários

A disputa pelos comentários foi mais acirrada. Dado o grande número de comentários, a pessoa provou ser realmente sortuda ao ganhar este sorteio.

A ganhadora da planilha premium nos Comentários foi a Flaviana. Parabéns!

Aproveitem e acessem o blog da sortuda!

PS – Para tornar o sorteio o mais justo possível, considerei apenas um único comentário por pessoa e eliminei meus próprios comentários no artigo.

Obrigado a todos pela participação. A planilha de planejamento financeiro é grátis e pode ser livremente distribuída. Portanto, se conhecem alguém com quem queiram compartilhá-la, sintam-se à vontade. Passem por e-mail, coloquem em fóruns, indiquem o artigo da planilha.

É esta colaboração que torna a internet este maravilhoso meio de comunicação. A junção de nossos conhecimentos certamente é maior do que uma simples soma de 1+1.

No próximo artigo

Amanhã, segunda-feira (08/11), farei a atualização mensal da carteira HC Investimentos, minha carteira de investimentos pessoal. Informações como a alocação da carteira, rentabilidade mensal e uma comparação com fundos profissionais do mercado serão disponibilizadas de modo claro e objetivo. Aguardem!

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